Rumo ao Oeste

cataratas

Sem legendas possíveis

É preciso ir ao Oeste, pensei. Reflexão que veio bater à mente e cresceu desde o meio do ano passado, quando em rápida viagem de trabalho ao Recife (lá no lado contrário), notei tantos e tantos “brasileiros” ao longo do caminho.

Por brasileiros, entenda-se esta grande e heterogênea mistura de cores, etnias e sotaques. Elementos nem sempre tão distintos no Sul do país, onde europeus colonizaram o povo e a cultura mais parece se assemelhar mais às bandas do Rio da Prata do que a que ressoa ao Norte das araucárias paranaenses.

Então, fazia-se – e ainda faz-se – necessário olhar o Oeste do mapa. Este interior longe do mar. Calhou o destino de o primeiro horizonte a ser desbravado nesta direção fosse Foz do Iguaçu, que sequer é o ponto mais a Oeste que conheço neste país, mas é um início de caminho, de uma rota a ser traçada.

Em pouco mais de 24 horas nestes ares, novos horizontes inspiraram textos que ainda serão escritos, como em outras épocas. Voltamos em breve, assim que as férias terminarem.

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