Textos baianos: A fé

A fé é característica intrínseca da Bahia. Bem dizia a piadinha aquela que, se a fé entrasse em campo, o Ba-Vi sempre terminaria empatado. A baía e as águas entre Salvador e a Ilha de Itacaré, afinal, são de todos os santos, conforme indicam os mapas desde sempre.

E lugar para rezar sobre o solo soteropolitano não falta. Salvador tem mais de 370 igrejas só católicas, algumas com séculos de história, como a de Mont’Serrat defronte ao pôr do sol e, uma das mais famosas, a de Nosso Senhor do Bonfim, onde milhares de fitas enfeitam a cerca. Fitas que lembram o santo, que carregam pedidos de fé por dias melhores.

Mas os evangélicos não ficam para trás. Perto de uma das principais avenidas da capital baiana um templo da Igreja Universal se ergueu tanto que mais parece um grande hotel na paisagem de tão enorme.

Afora, claro, o candomblé e seus ritos e imagens, tão presentes pelos paralelepípedos de Salvador, onde pessoas fazem limpeza à beira da Lagoa de Abaeté ao som da percussão de tambores. E também onde Orixás tanto parecem dançar no velho Dique do Tororó, ao lado da modernizada Fonte Nova, quanto proteger um sem número de barcos, pescadores, casas de comércio e, claro, baianos. Um povo de muita fé.

pelourinho

No horizonte do Pelourinho, três igrejas

 

 

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2 pensamentos sobre “Textos baianos: A fé

  1. Pingback: Textos baianos: O baiano | Telha do Tiago

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