Por que tanto ódio?

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Um muro separa a esplanada dos ministérios, em frente ao Congresso Nacional do Brasil | Foto: José Cruz/ABr

Pouco a pouco, conversar com quem tem pensamento antagônico foi ficando mais difícil. Bastava algum indicativo de opinião e já vinha um carimbo “Coxinha” ou “Petralha”. Mais recentemente ainda houve a nova definição, “Isentão”, que acho que são esses chatos que não deixam seus argumentos serem totalmente guiados por A ou por B e que citam erros e acertos em ambos os lados.

Só que essa áurea foi tomando conta. Do grupo do WhatsApp, da discussão em família, entre amigos. Redes sociais, em muitos casos, viraram bolhas de opiniões únicas, sem o contraditório apresentado. Opinião divergente, em certos casos, virou fala do inimigo, merecedora da destruição. Noutros casos a violência saiu da verbalização e tornou-se física. Só porque o outro pensa diferente – ou sequer isso, por não vestir vermelho ou verde e amarelo.

É, enfim, um momento delicado, um momento grave. A partir daí tentamos tentamos, na redação do Correio do Povo, analisar o porquê deste ódio. O fato de estarmos brigando com familiares, amigos e mesmo desconhecidos por conta de política significa que estamos, sim, mais politizados? Esses engravatados que ocupam as tribunas do parlamento, de fato, nos representam?

O resultado desses questionamentos se transformaram numa matéria que editei, depois de ser escrita pelos repórteres Bernardo Bercht e Lou Cardoso. Recomendo a leitura e compartilho o link aqui e aqui.

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