Triste equação. Ou momento confessional nº 14

santacasaEra para ser. O chute, a rebatida na quina da tabela do basquete. Toda a força dessa equação exatamente quando o meu dedo estava logo ali, vulnerável. Resultado: fraturas, luxação, deslocamento de junta e, dias depois, a primeira cirurgia da minha vida. O que era um empatezinho amargo em quadra acabou como um jogo inesquecível. Para ruim.

Foi uma equação perfeita: o atacante adversário chegou a um determinado ponto da quadra e dali resolveu chutar, com considerável força. Atrasado ou não, justo ali meu zagueiro conseguiu um leve desvio, alterando a direção inicialmente prevista por mim ali no gol. A rota foi desviada o necessário para atingir a quina da tabela de basquete, acumulando força para descer quase reto. A bola, então, acertou milimetricamente onde lesionaria. Centímetros a mais ou a menos neste ângulo pouco ou nada de dor causaria.

Uma sequência de fatores complexa e precisa demais para ser resumida apenas em “azar”.

Era para ser, enfim. Se há dois meses eu me sentia com vinte e dez anos de idade, hoje talvez sinta o peso dos 30. Fraturando meu dedo, inclusive.

ps: deu tudo certo na cirurgia. Agora é recuperação. E aqui meu agradecimento público ao dr. Alvaro Santos Ramos e equipe.

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