Do pouco que sei

Tudo tem seu tempo certo. Inexplicavelmente. A vida, se parar para pensar bem, nada mais é que um emaranhado contínuo de ciclos os quais a gente se encontra. Uns são mais fáceis e agradáveis, outros mais difíceis.

Tudo tem seu tempo. E ele é único. A cerveja esquenta, o café esfria e as relações amornam. Tem horas que se está rodeado de amigos, tem horas que a solidão surgida parece interminável. Até que chega alguém.

Amores vêm e se vão. Uns ficam, outros não. Quando partem, tornam-se inesquecíveis – mesmo até quando não se quer. A vida, ela continua. Até o nosso inescapável fim.

Só o que fica é o tempo. E esse, bem, nos devora pouco a pouco. Tal como ensina o poeta.

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