Carta de despedida

Vim para cá naqueles tensos fins de 2008 meio fugido, admito, ainda que já tinha ouvido falar em ti e teu pujante futuro – que às vezes teima em parecer tão distante. Ao longo desses mais de cinco anos acredito que te coloquei definitivamente em novo status: “Emergente”. Bonito, não?

Mostrei a você uma boa vida que não se tinha muito por aqui. Crescemos juntos, em estrutura e, hehehe, milhões. Aliás, acho que essas expressões “milhões, bilhões” tu não dizias desde aquelas moedinhas mixurucas de décadas passadas, não é?

Bom, sei que você pode não entender bem a minha saída, é difícil de explicar e já tem vários teóricos tentando fazer isso. Mas é simples: vou voltar para casa. Nosso tempo foi bom, mas busco mais algo mais… estável. Acho que você me entende.

Em vias de partir, te desejo boa sorte. Tenho certeza que você se vira sem mim, Brasil.

Até logo, se trovejar lá fora, eu volto,
Dinheiro

Ah, esse vil metal

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