No ar, na água e no chão de Londres

Os cabos da London Eye

Os cabos da London Eye

Londres me enganou. Esperava uma cidade quase sombria, com uma garoa fina e constante mesmo no último mês de verão. Contudo, em quatro dias na capital inglesa, vi apenas o sol – e senti até certo calor. Talvez não haja outros quatro dias assim até o próximo verão. É o que dizem.

Sorte a minha, então, que a única vez em que desenbainhei o guarda-chuva foi para me esconder do forte do sol do meio-dia, na longa fila da London Eye, aquela imensa roda gigante que te leva a 135 metros nos céus do centro londrino, ao som de sotaques mil de turistas (muitos com câmeras e tablets para gravar tudo e colocar no YouTube depois!).

Outro momento em que quase usei o guarda-chuvas foi no passeio de barco pelo Rio Tâmisa, algo extremamente turístico, porém não menos necessário. Um pacote combo com esses dois, foram 57 libras gastas – pra duas pessoas.  Contando o tempo de fila, o de subir e descer na roda gigante e de ir e voltar de barco foram cerca de três horas. Se deixasse para ir no meio da tarde, imagino, levaria ainda mais tempo (de espera).

Mas há outras formas de circular pelo Tâmisa, claro. Assim como em Paris, existem pontos em que os barcos, tal como ônibus, param. Porém, nesse transporte público não se tem algumas das explicações interessantes sobre determinados pontos. Passes diários para embarcar são vendidos por cerca de 10 libras. É interessante, em especial, para quem vai para os lados de Greenwich.

Nada como uma soneca à beira da queda do rio

Nada como uma soneca à beira da queda do rio

Sem precisar gastar pound algum, uma das melhores lembranças daquele domingo turístico foi a caminhada pela orla do Tâmisa. E como há gente! De roda de capoeira (!) a um cara tocando uma tuba cuspidora de fogo. De esportistas correndo a gente dormindo em cima do muro. De monumento egípcio ao teatro de Shakeaspeare. Sem falar das Casas do Parlamento e o Big Ben.

Tem um pouco de tudo em cerca de dois, três quilômetros. E tudo interligado por dezenas de pontes, que, não raro, são tão históricas quanto os prédios ao redor. Não é à toa, afinal, que Londres é uma das capitais deste mundo.

The Circus

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