Rápidas panamenhas, parte 4

Entre os altos rascacielos e as vegetações quase nativas, a Cidade do Panamá aguça alguns sentidos do turista. E também o bolso…

A mirar
Um bom e rápido passeio panamenho é uma visita ao Cerro Ancón. De lá se tira umas boas fotos de nível cartão postal, de diferentes ângulos da capital. Para se chegar ao topo, se passa por diversas casas e ate um bunker. Ali moravam os militares norte-americanos quando eles controlavam o Canal.

Outros “mirantes” bacanas ficam nos hotéis, só que aí parte da cara de pau de cada um de se passar por hóspede, entrar e apertar o botão do último andar… Com sorte, se leva pra casa umas imagens bem legais.

A comprar
Perto do Cerro Ancón, do Canal, de Casco Viejo, de Cosway e do aeroporto regional, fica o Albrook Mall, um shopping do tamanho máxi-extra-plus. É apontado como uma das atrações da cidade, mas não deixa de ser… Um shopping. Tem alguns preços baratos? Tem, só que é um shopping.

O que percebi ser meio comum é o disparo dos alarmes nas saídas das lojas. Acontece direto, mesmo que o vivente não tenha a mão leve e seja um bom pagador. O máximo que se passa é o segurança olhar, conferir a sacola da loja (se você comprou algo) e dizer para tu seguires normalmente. Fosse no Brasil, algumas das lojas teriam um prejuízo e tanto com processos de danos morais.

Outra ótima opção de compras é no próprio aeroporto, que tem mais de uma centena de free shops pra quem chega ou sai do país por ali.

A reparar
Ao menos para mim, a Cidade do Panamá transpareceu um lugar com muitos mais contrastes do que Havana, que leva essa fama. A modernidade dos rascacielos com a vanguarda dos prédios antigos é muito escancarada. As próprias ruínas de Panamá Viejo ficam hoje próximas a uma veloz autopista e entre prédios gigantes.

Lado a lado, carros modernos dividem espaço com táxis às vezes caindo aos pedaços e motocicletas transformadas em carrocinhas de cachorro quente e outros quitutes. Tudo normal, com o contraste sendo quase algo da própria cultura da Cidade do Panamá, uma capital bastante cosmopolita.

A escutar
Mesmo dominando o espanhol com uma boa fluência, achei o sotaque panamenho um tanto complicado, bem mais que o de uruguaios, argentinos e colombianos. Como uma carta na manga, é bom saber um pouco de inglês Ou vice-versa, afinal eles convivem com os dois idiomas diariamente.

Já quando se coloca em alguma rádio, o ritmo frequente não seria outro que não ela, a salsa.

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