Rápidas panamenhas, parte 1

A quase América Panamá
Ainda que tenham comemorado — e muito — a “conquista” do canal há 12 anos, tornando-se os donos de fato do seu próprio território, o Panamá não deixou tão de lado assim os Estados Unidos. Os “ianques” estão presentes, e muito, neste país da América Central.

A começar pelo dólar, aceito como moeda local aqui. Aliás, a balboa, que é a divisa oficial panamenha, só existe em moedas e não em cédulas. Aí torna-se comum ao pagar alguma conta receber o troco tanto em dólar quanto em balboa. E haja cabeça para não se confundir com tanta moeda.

Apesar do idioma oficial ser o espanhol, praticamente todo mundo da capital  fala bem o inglês. Num restaurante em que fui, por exemplo, o nome do prato estava em inglês e a descrição, em espanhol. That’s la vida here.

Não conheço os Estados Unidos pessoalmente, porém li muita gente comparando a Cidade do Panamá a Miami. Sei não, a princípio simpatizei mais com a comparação com Dubai. O motivo? Explico no próximo post.

Panamundi
Mas não só norte-americano que tem aos montes por aqui. Até por ser um ponto estratégico na geografia, o Panamá tem um ar demasiado cosmopolita. Na noite desta sexta, comprei para mim duas garrafas da cerveja “100% cubana” Bucanero, a melhor da ilha, já recomendada neste blog quatro anos atrás, quando da nossa volta por lá.

A globalização exagerada, contudo, gera cenas esquisitas, como numa loja de  souvenir. Gostei de um copinho, que tinha um desenho do Panamá, mas reparei no adesivo não retirado da parte de baixo: “Made in China”. Os próprios chapéus Panamá são produzidos no Equador.

Real x Barça, um clássico. Do Panamá
Cheguei no Panamá na quarta, bem no final da decisão da Supercopa da Espanha. Normal o jogo entre Real Madrid e Barcelona passar por aqui. Mas o que impressiona é a quantidade de torcedores locais que os dois clubes do outro lado do oceano têm nestas bandas. É adesivo, bandeira, caneca, camiseta e Messi (esse sim com maior vantagem sobre Cristiano Ronaldo) pra todo lado. Muito, mas muito mais que os times locais, os quais só fui descobrir quais eram quando visitei uma loja de esportes. Claro, tinham menos destaques que os grandes europeus.

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