Rápidas colombianas, parte 3

Números
Jornalistas não costumam se dar bem com números. Não sou exceção à regra, e o peso colombiano me faz questão de lembrar. Numa casa de câmbio em Lá Candelária troquei 50 dólares por 89,500 pesos colombianos — no aeroporto a mesma quantia de american little greens me rendeu 86 mil pesos locais. A diferença até que não chega a ser graaande, mas é um trocado suficiente pra ir e voltar de ônibus ou enganar o estômago pela rua. O cara do câmbio do centro me contou que R$ 1 vale 800 pesos. Mas, em meio ao dia a dia, achei melhor arredondar a conta pra 1 mil mesmo. Tomara que a conta não me saia alta…

Outro assunto envolvendo números, Brasil e Colômbia é o fuso horário. A diferença de Brasília e Bogotá são duas horas a menos. Como na primeira noite estava pra lá de cansado, dormi cedo. E despertei às 4h40 locais. Mas no segundo dia, a adaptação foi mais tranquila. Dormi mais tarde e só levantei às 7h locais.

Sequer havia trocado o horário do meu celular, mas acabei me confundindo na quarta, dia de pegar o vôo pro Panamá e cheguei ao aeroporto com longuíssimas quatro horas de antecedência.

Cervejas
Em 36 horas, deu pra provar três cervejas diferentes: Poker, Aguila e BBC (Bogotá Beer Company). Todas na média, sem se ser ruim ou se destacar a ponto de fazer a mulher ao lado se tornar maravilhosa. Aliás, as Bogotá as ( ou bogotenses?) têm sua beleza. Menos que as misses do país vizinho, ainda que algumas consigam ser encantadoras para quem, diferente de mim, é solteiro por aí (beijo, amor!).

El Botánico
Em meio à caminhada a esmo pelo centro, na terça, acabei por parar em um restaurante chamado “El Botánico”, na calle 5, pra almoçar. Não recordo de ter sido tão bem tratado por tão pouco preço — a conta de um prato, uma água e um café não chegou a 34 mil pesos. O lugar funciona onde antigamente era a casa do médico pessoal do Simon Bolívar e os atuais donos garantem que se esforçam para manter a arquitetura original.

Oh, Panamá
Já vós escrevo do Panamá, onde cheguei à tarde. Na América Central, me hospedo na capital. E, depois de uma primeira caminhada por aqui ainda não consegui encontrar a melhor definição pro impacto que é. Mas é algo como a primeira vez de um caipira na cidade grande, só que elevado talvez à 60a potência, pra fazer uma relação com a altura dos prédios daqui. Sei que disse “uau” algumas várias vezes.

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