Faz 30 anos, mas ele é eterno

   Poeta, escritor, diplomata, boêmio, crítico de cinema, dramaturgo, criador da bossa nova, criador dos afrosambas, casado nove vezes. Tão plural como o seu nome é o seu legado. Vinicius de Moraes foi tudo isso e sua obra continua viva hoje, passados 30 anos de sua morte, data completada nesta sexta-feira, 9 de julho.

Volto mais tarde e completo, juro!

   Ok, ok, voltei BEM mais tarde do que o anteriormente planejado e – admito – nem sei mais o que escrever. Resta-me, apenas, publicar os meus versos preferidos – mais até que os sonetos – entre a sua larga obra, de “Samba da Bênção“:

Fazer samba não é contar piada
Quem faz samba assim não é de nada
O bom samba é uma forma de oração

Porque o samba é a tristeza que balança
E a tristeza tem sempre uma esperança
A tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste não

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3 pensamentos sobre “Faz 30 anos, mas ele é eterno

  1. Frases, versos e músicas do poetinha embalaram minha adolescência e continuam encantando. Ou ele amou demais ou só amou a si mesmo, tantos foram seus amores, mas o que essa bagunça emocional produziu foi fantástico!
    Eterno como o amor.
    Abraço.

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