Crônica repetida

   Então, elas vêm e nos conquistam. Assim, sem mais nem menos. Assim, de repente, não mais que de repente, nos deixam com essas caras de bobo. De novo.
   Não permitem a nós – homens justos, pagadores de impostos – sequer cogitarmos a hipótese da solidão, ou ainda de uma vida errante. Porque olham com brilho, sorriem com carinho. Encantam, ganham. Mais uma vez.
   Como sempre, deixamo-nos levar. Afinal, nem teríamos força – e muito menos vontade – para não agir assim. E, só para citar o poeta novamente, que nossa aventura não seja imortal, posto que é chama, mas – acima de tudo – que seja infinita enquanto dure.

Anúncios

5 pensamentos sobre “Crônica repetida

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s