Rápidas argentinas, parte 4

Florida
     Um dos pontos turísticos de Buenos Aires é a Calle Florida. Nada mais é que a versão portenha da Andradas (ou Rua da Praia), de Porto Alegre, com cafés e entradas para um metrô. No mais, os ingredientes são os mesmos: gente caminhando, gente se batendo, hippies vendendo artesanatos, lojas, lojas, lojas e, claro, bolivianos tocando suas músicas andinas.

Quase igual, não?

Quase igual, não?

Pela noite
     Brincadeiras (e comparações à parte), uma das grandes diferenças da Calle Florida – e de Buenos Aires – com a Andradas – e Porto Alegre – é a possibilidade de se andar à noite. Claro, é uma cidade muitas vezes maior que a capital de todos os gaúchos, até por isso tem movimento durante a madrugada. Mas, não tenha dúvida, a possibilidade de se andar pela noite agradável da Argentina encanta. E com os ônibus 24h, dá para ir a um bairro longe tomar uma cerveja e voltar para casa. Tranqüilamente!

Quilmes 

Não é a Skol, mas desce redondo

Não é a Skol, mas desce redondo

     Falando nisso, foram longas 50 horas de total abstinência de etanol. Meu fígado certamente já estava estranhando. Porém, com alegria, informo que esse problema foi resolvido com doses de Quilmes bem gelada. O melhor de tudo (como podes ver na foto ao lado, caro(a) leitor), é que essa cerveja, acho que a mais popular da Argentina, vem em garrafas de 1 litro.

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2 pensamentos sobre “Rápidas argentinas, parte 4

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